Mão robótica para quem sempre sonhou em ter 7 dedos

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A natureza é sábia e nós, seres humanos, muito devemos aos nossos cinco dedos em cada mão, especialmente o famoso polegar opositor, mas, também devemos um outro tanto à nossa inteligência capaz de desenvolver incríveis tecnologias.

Então, já que estamos avançando em áreas como a robótica, que tal acrescentarmos mais dois dedinhos?


Pesquisadores do MIT, Instituto de Tecnologia de Massachussets, acreditam que o mencionado “upgrade” pode permitir às pessoas realizar um número maior de tarefas (além, claro, de poderem contar os gols sofridos pelo Brasil contra a Alemanha na Copa do Mundo em apenas uma mão), e desenvolveram uma luva com dois dedos robóticos adicionais – maiores e mais fortes que dedos humanos, diga-se de passagem.

Segundo os idealizadores do projeto, a “atualização” proposta permitiria à mão humana, por exemplo, carregar e manusear com maior facilidade objetos grandes, pesados ou muito quentes, além de possibilitar mais independência para idosos ou pessoas com deficiência.

Até aí tudo bem, mas… como funcionaria?

O controle dos dedos robóticos é realizado por um algoritmo que calcula sua posição conforme sensores que captam os movimentos da própria mão do usuário!

O projeto, ainda que em fase inicial e longe de se tornar disponível no mercado, é muito mais relevante e promissor do que a simples ideia de acrescentar dois dedos na conversa. Confira no vídeo de demonstração:

A propósito do assunto, outro projeto envolvendo uma mão robótica chamou a atenção da comunidade científica nas últimas semanas. Só que desta vez, com cinco dedos de robô e sem a necessidade de controle humano!

Uma das críticas feitas à maioria dos robôs testados para resgates, emergências e até mesmo operações espaciais da NASA é que são, em sua maioria, extremamente lentos. Uma vez que seus movimentos se baseiam em uma enorme quantidade de informações a serem processadas para entenderem seu meio-ambiente, costumam decepcionar no quesito agilidade.

A exceção à regra foi apresentada por pesquisadores da Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne, na Suíça: um braço robótico capaz de “pensar rápido” e segurar objetos atirados em sua direçãoconcorrência desleal com goleiros de futebol humanos.

A cereja do bolo da invenção, é que ela utiliza um sistema de “aprendizado” automático via rede neural, calculando o que deve ser feito a partir de uma equação para prever o movimento dos objetos!

Veja como funciona:

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Fontes:
Meio Bit | TechTudo

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